Como é difícil para nós enxegarmos, não o que nos está adiante, mesmo ainda distante, mas o próximo, o comezinho, o ordinário. Não é fácil, para nós, esses macacos arrogantes, enxergar alguma verdade por trás da gelatina que dança em nossas órbitas, desse tecido que nos reveste e oblitera a luz, que chega pálida e tênue até nossas entranhas.
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